A articulação envolveria a formação de uma chapa ao Senado com Styvenson Valentim, tendo Flávio como suplente.
Nos corredores políticos, a leitura é de que a composição pode fortalecer o projeto eleitoral de 2026.
Flávio, que governou Nova Cruz por dois mandatos, mantém forte influência no Agreste potiguar.
Sua pré-candidatura a deputado estadual vem ganhando musculatura na região, ampliando alianças e consolidando apoios estratégicos.
A possível mudança partidária é vista como um movimento calculado dentro desse novo cenário.
Aliados afirmam que a aproximação com Styvenson não é recente e se sustenta em uma relação de confiança e diálogo político.
A amizade entre o ex-prefeito e o senador é apontada como fator decisivo para a construção da eventual chapa.
Nos bastidores, lideranças avaliam que a união pode agregar densidade eleitoral tanto no Agreste quanto em outras regiões do estado.
Embora ainda não haja confirmação oficial, o tema já repercute entre dirigentes partidários.
O MDB, por sua vez, acompanha as movimentações com atenção diante do peso político de Flávio no interior.
Caso se confirme, a composição poderá redesenhar o cenário das articulações rumo às próximas eleições no Rio Grande do Norte.
Postar um comentário