Diplomação de Kutz e Jean foi mais uma falha do TRE

Kutz é vereador reeleito e Jean, 1º suplente no Podemos

As eleições deste ano, prejudicada pela pandemia do coronavírus, foi atípica e, provavelmente, recordista em falhas pelo Tribunal Regional Eleitoral – TRE, pelo menos em Paranaguá e região.

Começou com erros básicos já nas informações alimentadas no portal Divulgacandcontas, desde nomes errados, duplicados e até condição de candidatura, pois teve que foi colocado como vereador sem ser, além de fotos mal colocadas, distorcidas, até chegar no absurdo no repasse da votação local, que começou demorou e o resultado final de uma eleição virtual, ocorreu por volta 23:3 horas.

Quando se esperava, ao menos, que a totalização encerrasse o ciclo de problemas, a demora no julgamento do recurso de Kalinka, tirou a reeleição do vereador Thiago Kutz, por 15 votos e elegeu Jean Domingues, filho do sargento Álvaro.

Pense na frustração de um e na euforia do outro.

Mas um reprocessamento da votação, após a decisão do mérito, defere Kalinka e seus 23 votos se tornam o suficiente para tirar o cargo de Jean e devolvê-lo ao reeleito Kutz.

Aí sim, crente que as surpresas acabaram, a diplomação trouxe a derradeira e básica falha, Kutz recebe diploma de suplente e Jean de vereador eleito e a polêmica ganha as redes sociais.

Sem que o TRE e a 5ª Vara Eleitoral de Paranaguá esclarecessem publicamente o que houve, a dedução é lógica; a nova retotalização dos votos não foi atualizada por quem devia e deu no que deu.

Mas o vereador é mesmo Kutz do PP e Jean suplente no Podemos.

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